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Manual de Escrita Científica: Teoria e Prática Aplicadas à Bioinformática

No mundo moderno, a ciência surge como um elemento transformador para sociedade. Ao cientista, é atribuída a missão de compreender problemas que afetam as pessoas e propor soluções a partir de suas observações e experimentos. Além disso, não se deve esquecer que também é tarefa do cientista documentar seus achados, garantindo assim que o conhecimento adquirido se torne acessível a todos, ou seja, se torne público (por isso, diz-se que um trabalho acadêmico é publicado). Entretanto, a escrita muitas vezes se revela como “uma pedra no sapato” de jovens e, até mesmo, de experientes pesquisadores. Isso acontece porque o processo científico envolve diversas etapas e procedimentos, e muitos acabam deixando as etapas de revisão bibliográfica e documentação das atividades para o fim. Assim, por mais estranho que pareça, escrever pode se tornar uma tarefa complicada aos acadêmicos (caso não seja constantemente colocada em prática).

Por Diego Mariano

Doutor em Bioinformática pela Universidade Federal de Minas Gerais com atuação na área de ciência de dados e aprendizado de máquina aplicados ao aperfeiçoamento de enzimas usadas na produção de biocombustíveis. Mestre em Bioinformática, também pela UFMG, atuando na área de desenvolvimento de sistemas Web para montagem de genomas. Atualmente realiza estágio pós-doutoral no Departamento de Ciência da Computação da UFMG com foco em desenvolvimento de sistemas Web para Bioinformática, análise exploratória e visualização de dados. Tem conhecimentos nas linguagens: PHP, JavaScript, Python, R, Perl, HTML, CSS e SQL.

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